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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Post "novo". Do dia 16 de Abril.

Escrevi isso aqui originalmente no meu caderno, dia 16 de Abril... eu estava hiper feliz, tinha falado com vários dos meus amigos naquele dia, estava tranquila e no dia seguinte teria o show "A Seaside Rendezvous", dos meus amados, no Multishow HD. Um dos poucos períodos desse ano em que eu estava igualzinha a uma criança...



"I'll never let you go, if you promise not to fade away, never fade away..."

Enquanto eu ouço Starlight no repeat, uma enorme sensação de serenidade que eu não sentia há muito tempo me invade. Como eu fui capaz de pensar que tinha acabado? Pensei isso inúmeras vezes, e até minimizei meus sentimentos pensando que eu sofreria. Mas a verdade, que no fundo eu sempre soube, é que vocês sempre estiveram por perto, e o amor de vocês permaneceu mesmo na distância. Uma distância que eu finalmente me permiti encurtar depois de tantos meses me afastando ainda mais. Agora que eu finalmente reencontrei a mim mesma eu posso reencontrar vocês. Em vez de estar junto, e me mantendo distante, fria e calada, estou longe fisicamente mas nunca me senti tão próxima.

Foi só eu recuperar minha energia (obrigada de novo, inspiração) e através dela libertar minha personalidade, que vocês vieram todos ao mesmo tempo mostrar que ainda estão comigo, e me lembrar que na verdade nunca deixarão de estar. Outro dia eu comentei que certos relacionamentos não acabam nem quando a gente tenta, e eu me referia a relacionamentos amorosos. Não me dei conta do óbvio: isso vale mais ainda quando se trata de amizades. 

Não que eu vá permitir que isso aconteça, mas acho que se ficássemos 20, 30 anos sem nos ver, quando nos encontrássemos o sentimento seria exatamente o mesmo, ou até maior. Ao menos foi essa a sensação que tive nos últimos dias, quando senti (e isso pelo msn!) vindo de vocês o mesmo calor de sempre, a mesma alegria e a mesma ligação. E eu sinto que ainda tenho tantas coisas a dizer a vocês... nunca sei direito por onde começar.

Ainda lembro perfeitamente de tudo que vivemos, não mais com desespero para voltar no tempo, mas sim com gratidão e a certeza de que os momentos podem não durar para sempre, mas o amor com certeza vai. Clichê, não? Mas é verdade! rsrs

Aliás, vocês ainda me conhecem perfeitamente, e sabem exatamente como me fazer rir brincando com meus defeitos. Que vocês conhecem, entendem e aceitam. E eu me sinto confortável com eles e orgulhosa de mim mesma. Na verdade, eu amo falar as coisas sem falar e deixar tudo no ar pra vocês entenderem, para depois rir igual a uma criancinha e sentir arrepios enquanto espero vocês "descobrirem" o que eu quero dizer, me perguntando se não estou falando demais... É uma das melhores partes. E vocês sempre acertam. É uma mania que não vou abandonar, aliás, até fiz isso de novo hoje! E me senti como antigamente. 


Mais uma vez, vocês me deixaram feliz de uma forma que mal consigo descrever. É um alívio imenso saber que permanecemos juntos.


Talvez eu não esteja mais tão bem, feliz ou tranquila quanto nesse dia. Mas continuo bem e feliz, e de alguma forma, apesar de tudo, algo em mim me diz claramente que ficarei totalmente bem, e que isso vai acontecer mais cedo do que imagino. Só resta aguentar mais um pouquinho até lá, já aguentei tanto que sei que tenho força pra isso... Eu reaprendi a ficar feliz acima de tudo. E Starlight sempre vai me transmitir, mais do que tudo, esperança.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

amor platônico...

Podem chamar do que quiser. Infantilidade, falta de maturidade, obsessão, criancice, viagem... só sei que, por mais que eu tente, não consigo evitar de amar platonicamente. E descobri recentemente, que nem todo amor platônico é igual. Nem sempre isso significa que vc vai querer casar com a pessoa, nem sempre significa que é realmente uma pessoa (pode ser qualquer coisa), nem sempre significa que vc vai sonhar (acordado ou não) com aquilo o dia todo, aliás, como qualquer tipo de amor, não existe nenhuma regra e nem todos os casos são iguais.

Acho que há coisas que acontecem em todos os casos, que caracterizam o amor como platônico. A primeira e mais importante, é que você está amando alguém inacessível, mas que mesmo assim significa algo muito especial para você, e de alguma forma você sente que há uma ligação forte e invisível entre vocês, um elo meio sobrenatural e complicado de entender. Nessa ligação eu acredito plenamente, eu não sei explicar mas sinto que sempre há algo que compartilhamos com a pessoa em questão, mesmo quando é aquele amor platônico por alguém que não conhecemos. Há algo na pessoa que toca você como se o amor pudesse ser real, e na verdade, não deixa de ser.

Então, você começa a idealizar a pessoa. Algo nela te encanta, te cativa, corresponde a todas as suas expectativas e faz com que você se sinta completo de uma forma estranha. E esse detalhe que inicialmente te encantou te faz criar um personagem daquela pessoa, baseado no que você já ama, você começa a ver a pessoa como alguém que é tudo o que você sempre quis, um ser perfeito e intocável que não tem defeitos. Mas, ok, isso varia de um caso a outro, pq já amei platonicamente sem achar a pessoa perfeita, mas sim não dando bola para defeitos que eu conhecia ou imaginava. Eu achava até graça. Mas enfim.

De repente você se encontra perdido em um mundo em que nada tem graça sem a pessoa, e ao mesmo tempo tudo que você vê parece ser diretamente relacionado a ela. Você fica a procurando o tempo todo, em todos os lugares possíveis: no caso do amigo, é na escola ou onde você o conheceu. No caso do professor (o pior de todos para mim), enquanto não está na aula dele vc percorre cada corredorzinho, descobre os horários de outras turmas e anseia pelo dia em que ele está lá, fica sempre perto da sala dos professores e quando sabe que ele vai entrar em um local como a biblioteca, por exemplo, você já está lá esperando. Desesperador. E tem o caso do ídolo, em que você simplesmente olha TODOS os canais de TV, os sites, revistas e o que mais seja que pode ter aquele nomezinho mágico... ou o seu coração dispara, ou vc sente calor, ou os dois ao mesmo tempo (modo hard, claro).

Tem também outros pequenos detalhes, muitos, e se eu fosse falar tudo o que sei, penso e sinto em relação a amores platônicos, o post seria ainda maior do que já ficou, então me sinto na obrigação de interromper a mim mesma para finalmente chegar a parte mais importante de todas.

Quase todo mundo acha que amor platônico é um enorme sinal de falta de auto-estima. E até bem pouco tempo atrás, eu também pensava isso, até que algumas coisas me levaram a perceber o que realmente acontece, na maioria das vezes (pq em certos casos é a baixa auto-estima mesmo).

Simplesmente, aquela pessoa te INSPIRA. Você já reparou que na maioria dos amores platônicos nós não procuramos ficar com a pessoa e não sentimos ciúmes dela? Pelo contrário, torcemos pela vida amorosa dela. Não temos interesse, nem atração física, o que significa que você não está apaixonado por alguém que nunca vai ter. Você ama pura e profundamente alguém que te inspira muito na sua vida. É por isso que você sente como se quisesse ser aquela pessoa. É por isso que você admira aquela pessoa, como nenhuma outra. Se ela é criativa ou talentosa em algo, por exemplo, no fundo você sabe que é isso que quer ser na vida, e sabe que tem essa capacidade. Você só quer aprender a ser tão boa naquilo quanto ela é. Como por exemplo, ídolos ou heróis.

Aquilo que essa pessoa faz lhe parece tão bonito, tão mágico, que toca você profundamente, faz você vibrar, viajar e se sentir em outra dimensão. Porque você quer apenas, fazer isso também. O desespero de estar perto, é para admirar aquilo que você tanto gosta nela. E a gente acaba perdendo mesmo o controle, como em qualquer amor.

O mais importante é não se culpar e ter noção do que você deve fazer: descobrir o que é isso que tanto te inspira e tentar levar isso para sua vida, ou aprender a fazer aquilo que ela faz tão magicamente. Talvez seja por isso que quase todo amor platônico vem na infância/pré-adolescência, é quando você decide quem você realmente quer ser.

Sabendo disso, eu assumo que amo algo que profundamente quero ser, mesmo não sendo mais criança ou adolescente, mesmo sendo mais madura que das outras vezes e mesmo não querendo nada da pessoa a não ser aprender a sua mágica. E digo mais, essa sensação é uma das melhores do mundo. E toda a energia que eu recuperei, eu não teria recuperado sem isso. Minha admiração é infinita e minha gratidão também.

Recomendo isso para todo mundo, de qualquer idade: ame e se inspire.

PS: o próximo post vem para completar esse.

sexta-feira, 19 de março de 2010

drowning, asphyxiated

Eu estava no meio de uma guerra, apenas pensando em uma música ou algo para me salvar.
Então eu descobri que eu ainda sou exatamente a mesma garota que buscava fugas e novos meios de escapar para bem, bem longe...
Logo agora que eu achava que tinha crescido.
Logo agora que sou, supostamente, adulta.
Definitivamente, não era para ter acontecido. Mas de alguma forma eu sentia falta dessa garota.
Eu talvez também tenha descoberto, o fato do qual eu fugi por bastante tempo.
Que há alguém que me faz duvidar de mim mesma até quando tenho certeza.
Que é isso que me faz desistir e não acreditar na minha intuição.
E hoje eu mal acredito em mim mesma, não acredito em nada que eu seja capaz de fazer.
Mas eu não quero te culpar... e eu não quero culpar ninguém.
E eu não sei como dizer o quanto esse post foi difícil de ser escrito.
Só sei que há esse fato que é a coisa da qual eu mais fujo. Mas por mais escondido que esteja é uma coisa bem clara.

Agora que eu sei e vou aprender a assumir isso para mim mesma, eu vou tentar não ficar com raiva.
E usar isso para finalmente aprender a acreditar em tudo que eu posso ser e fazer, mesmo no momento da fuga.
E acreditar que eu posso ser capaz de tudo isso e ainda assim ter os meus olhos infantis e pular na frente da tela quando uma música me encantar. Mesmo que eu tenha crescido.

~ ouvindo: Muse - Time Is Running Out

domingo, 7 de março de 2010

Invincible

Estou viciada em Muse... estou me sentindo estranha... estou bem menos animada do que nas últimas semanas (em que eu estava incrivelmente ótima)... não sei qual é o motivo... e estou parada de novo.
Mas há algo de esperançoso em mim. Mal posso esperar por algo, mesmo sem saber bem o que é.
E chorei com uma música ontem. Uma música que eu conheço desde 2007 mas só SENTI de verdade ontem.



Muse - Invincible

Follow through   
Siga em frente
Make your dreams come true   
Faça seus sonhos se realizarem
Don't give up the fight   
Não desista da luta
You will be alright   
Você ficará bem
'Cause there's no one like you   
Porque não há ninguém como você
In the universe   
No universo

   
Don't be afraid   
Não tenha medo
What your mind conceals  
Do que a sua mente esconde
You should make a stand    
Você deveria resistir
Stand up for what you believe    
Resistir pelo que você acredita
And tonight we can truly say    
E essa noite nós poderemos verdadeiramente dizer
Together we're invincible
Que juntos, somos invencíveis

  
And during the struggle    
E durante a batalha,
They will pull us down    
Eles irão nos rebaixar
But please, please let's use this chance to  
Mas por favor, por favor, vamos usar essa chance para
Turn things around    
Reverter as coisas
And tonight we can truly say    
E essa noite nós poderemos verdadeiramente dizer
Together we're invincible    
Que juntos, somos invencíveis

  
Do it on your own    
Faça isso por si mesmo
Makes no difference to me  
Não faz diferença pra mim
What you leave behind  
O que você deixar pra trás,
What you choose to be    
O que você escolher ser
And whatever they say    
E o que quer que digam,
Your soul's unbreakable    
Sua alma é inquebrável

And during the struggle    
E durante a batalha,
They will pull us down    
Eles irão nos rebaixar
But please, please let's use this chance to  
Mas por favor, por favor, vamos usar essa chance para
Turn things around    
Reverter as coisas
And tonight we can truly say    
E essa noite nós poderemos verdadeiramente dizer
Together we're invincible    
Que juntos, somos invencíveis

And during the struggle    
E durante a batalha,
They will pull us down    
Eles irão nos rebaixar
But please, please let's use this chance to  
Mas por favor, por favor, vamos usar essa chance para
Turn things around    
Reverter as coisas
And tonight we can truly say    
E essa noite nós poderemos verdadeiramente dizer
Together we're invincible    
Que juntos, somos invencíveis

Acho que fora isso, não há nada a dizer... então, só para constar, informo que as músicas deles são praticamente tudo o q ouvi nas últimas duas semanas... que eu estou fazendo de tudo para entender pq desanimei e tentar melhorar (pode ser a gripe)... e que logo logo farei um post melhor aqui. Espero que gostem da música (puutz, mta gente já conhece, me senti uma poser agora).  

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Ei, posta logo!

Sim sim, estou de volta! O post de retorno era para ser algo completamente diferente disso aqui, eu comecei a escrevê-lo e ele está lá, salvo em rascunho. Só que se trata de um assunto tão... tão... complexo, eu acho (pelo menos para mim), que eu não consegui nem começar. Tudo o que já está escrito é uma introdução (longa, por sinal), pq ainda não sei exatamente como desenvolver o texto. Meu plano era, então, esperar até que a inspiração viesse e fazer daquele post o primeiro, depois de muito tempo, uma coisa emblemática, significativa, especial e blá blá blá. O post para mostrar o início de uma nova faaase, encerrar a fase anterioor, não sei o q... O grande problema é q toda vez que eu falo com alguém essa pessoa me pergunta quando eu vou postar de novo. No blog do meu amigo, ele pediu que eu voltasse a postar no meio de um post sobre outro assunto totalmente diferente. E a minha amiga disse a mesma coisa no comentário dela. E tem outros me dizendo a mesma coisa, e também tem a minha consciência pesada, e eu fico me perguntando quando o tal post vai sair. Com essa pressão, como eu vou desenvolver algum texto profundo? rsrs

E com um texto profundo como eu vou postar logo?

Acabei me decidindo por postar alguma outra coisa antes, pq isso aqui era p ter saído no dia 31 de Dezembro ou no máximo 01 de Janeiro!!!

Enfim... eu tenho que dizer como eu estou, não tenho? Complicado... mas tenho que tentar. Do último post para hoje as coisas mudaram bastante dentro dessa minha revolução (sempre quis falar como uma blogueira alternativa e intelectual, essa foi minha chance!), mas ela continua firme e forte mesmo com outros sentidos. Na época, eu estava não só de coração partido, mas também perseguindo algo que eu não tinha nem como ter de volta (no caso, o que vivi nos anos anteriores), deprimida, sem muita idéia do que eu ia fazer e fugindo dos meus sentimentos. O coração está tranquilo até demais agora. O que eu estava perseguindo, num certo dia 31 de outubro eu percebi que era totalmente desnecessário pq o mais importante eu nunca deixei de ter. A depressão passou apesar de algumas recaídas curtas. Idéia do que eu vou fazer, agora eu tenho aos montes, só ñ sei por onde começar (tem sido um problema agora). E quanto a fugir de sentimentos... mais uma vez me arrependo disso pq agora nem tenho muitos dos quais fugir (eu devia ter aproveitado!).

Em compensação não posso dizer que estou totalmente ótima. O maior de todos os problemas é que me sinto muito distante da pessoa que eu costumava ser. Já estou assim há muuuito tempo, só que agora tem me afetado mais pq eu parei de desviar a atenção para outros problemas. Ano passado e retrasado, eu depositei essa falta que eu sentia da minha personalidade na busca pelo passado, eu queria fazer tudo de novo mas nas chances que eu tive eu fiquei totalmente encolhida e parada sem saber o que fazer. Me escondendo e procurando o jeito de agir que eu tinha antes, mas sem saber como. E como uma amiga disse na época, tentando "criar a alegria". Para mim não foi exatamente isso, mas sim, tentando montar as situações para que ficassem iguaizinhas as que eu já tinha vivido.

Agora eu parei de tentar voltar no tempo porque era isso que estava me afastando do que eu realmente queria. Só que em compensação, tenho tido mais "espaço" para pensar quase o tempo todo em como eu gostaria de ser aquela pessoa de novo. O mais engraçado é que, claro, eu consigo chegar perto quando não estou pensando muito, quando deixo as coisas acontecerem por si só. Mas é quase sempre inevitável ficar calculando as coisas na minha cabeça, pq quando eu me vejo muito fechada eu começo a me perguntar loucamente o que está acontecendo. 

Em segundo lugar vem a falta de atitude... eu tenho muita coisa para fazer, tenho que correr atrás de muita coisa e começar algo, pq o vazio está me matando. Eu também tenho mil oportunidades para começar: concursos para os quais estudar, trabalho, busca por trabalho, cursos para fazer... Mas por algum motivo que ainda desconheço eu não consigo dar nenhum passo. Eu quero, mas sempre travo de alguma maneira no caminho, e acho que é medo. Só que ficar parada assim é ainda mais assustador. Nunca odiei tanto ficar sem fazer nada. Já tirei os livros da estante para começar a estudar mas nunca começo.

De vez em quando alguns pensamentos meio assustadores me aparecem também. Alguns que me acompanham desde cedo e que sempre, sempre ressurgem nesses momentos em que estou parada e prestes a começar uma mudança. A parte boa é que para mim isso é sinal de coisa boa vindo. Achou estranho? É que os períodos em que eu fui atacada por esses "monstros" vieram, todos, antes de coisas grandes acontecerem. Então eu penso em alguma coisa que me deixa animada e tento esquecer. Tem dado certo, eu acho.

Bom... nesse período longe também aconteceram coisas boas. A melhor delas foi que eu finalmente consegui retomar o contato com alguns dos meus amigos. Infelizmente eu ainda não tenho falado com todo mundo que eu gostaria, nem na frequência que eu gostaria, mas graças a uma gracinha chamada Skype eu tenho conversado bem mais com eles. Também teve as sei lá, três horas de telefone no Domingo com uma amiga que eu amo muuuito... eu vou mostrar esse trecho do post p ela rs
Eu então estou mais atenta ao que acontece com eles e mais próxima, principalmente pq larguei daquela coisa de perseguir o passado. É sempre assim, vc acha o que está procurando quando pára de procurar! Mas eu nunca paro de procurar. E nem de pensar. 

Eu ia falar também do meu vício em Glee (tirou até Cold Case do posto de minha série favorita), mas é melhor escrever um post só isso depois que eu tirar um dia p rever todos os 13 eps, enquanto espero o lindo retorno em Abril (já repararam no countdown na barra da esquerda? Agora, mudou para a direita). O post já está grande o suficiente...

Sem querer eu já vi uma mudança aqui. Consegui ser quase 100% honesta em um post, sem ficar dizendo coisas misteriosas e vagas, e confessei praticamente tudo o que eu mal consigo falar normalmente. Também consegui ter uma idéia mais clara do que está acontecendo comigo agora. Ajudou mais do que eu esperava, e olha que eu nem tinha planejado esse post. Vou parar de planejar.

Ah, eu tenho que falar um pouquinho de música aqui... vai ficar para o próximo post, claro, mas vou começar dizendo que eu finalmente resolvi parar com as bandas novas e baixar os álbuns que eu já queria ouvir há séculos. E vou contar mais uma coisinha... estou quase escolhendo um anime para ver. Depois de 3 anos. Faz parte do meu plano para me reencontrar com a pseudo-otaku oitentista e corajosa que está escondida aqui doida para sair. Meu wallpaper desse momento diz muita coisa (fiz hoje).

Até o próximo post... prometo que não vai demorar 5 meses.


~ Ouvindo: Utada Hikaru - Ultra Blue (o álbum completo)